ANAIS DO MHN
Voltado para a produção e difusão do conhecimento desde a sua criação, o Museu Histórico Nacional lançou em 1940 o primeiro volume dos seus Anais, publicação que circulou regularmente até 1975.

Após uma paralisação de duas décadas, a edição dos Anais foi retomada em 1995.

Com penetração no Brasil e no exterior, os Anais constituem material de referência para pesquisadores das áreas das ciências humanas e sociais.

Em 1999, com o apoio da empresa DocPro, foi lançado o CD-ROM "Coletânea dos Anais do Museu Histórico Nacional - 1940 a 1998" , vindo ao encontro de inúmeras solicitações por volumes já esgotados. Hoje está disponível on line na Biblioteca Virtual MHN/DocPro.

Instruções aos autores para envio de artigos para os Anais

Os Anais do MHN são editados anualmente e o MHN recebe trabalhos para publicação de forma contínua. Para que o artigo seja submetido à publicação no ano corrente, é necessário que seja enviado até o dia 30 de maio para o endereço eletrônico anaismhn@gmail.com. Os que forem encaminhados posteriormente a esta data ficam automaticamente a serem avaliados para a publicação do ano seguinte. Mais informações através do telefone (0XX21) 3299-0338.

Sendo a temática dos AMHN história, museologia e patrimônio, qualquer trabalho que verse sobre esses temas serão aceitos para avaliação.

A equipe editorial dos Anais do Museu Histórico Nacional aceitará somente trabalhos inéditos sob a forma de artigos, balanços bibliográficos e resenhas de obras sobre o tema História, Patrimônio e Museologia, independente da área de atuação do autor. Todos os artigos apresentados aos Editores serão submetidos a dois pareceristas para que emitam sua avaliação de acordo com a metodologia editorial conhecida como arbitragem por pares (peer review). Nesse sentido, será mantido sigilo quanto à identidade tanto destes quanto dos autores. Em caso de desacordo entre os pareceres, ou de conflito de interesses, os editores enviarão o texto a um terceiro consultor. Os pareceres poderão recomendar: a) a aceitação integral do texto; b) a recusa integral; c) a aceitação com reformulações, sendo o texto, neste caso, reenviado ao autor para as alterações. Dependendo das alterações sugeridas, o artigo poderá ser publicado no volume ao qual foi submetido ou nos volumes seguintes, de acordo com os interesses editoriais dos AMHN e consentimento do autor.

A decisão final sobre a publicação ou não do manuscrito será sempre dos Editores, que se reservam o direito de solicitar, igualmente, alterações nos originais. As alterações referentes à padronização e à redação, introduzidas pelos próprios Editores, visarão sempre a manter a homogeneidade e a qualidade da revista, respeitando, porém, o estilo e as opiniões dos autores.

I - Estrutura dos Artigos

1.1 O título deverá vir sempre em negrito, centralizado, com fonte Times New Roman, tamanho 14. Não colocar ponto no final.

1.2 O nome do(a) autor(a) ou dos autores virá(ão) em seguida, com o mesmo tipo de fonte, em tamanho 12. Em nota de pé de página, mas não numerada, com asterisco (*) - quantos forem o número de autores - virá a notícia biográfica contendo formação acadêmica, função exercida ou cargo ocupado, vinculação institucional e endereço eletrônico. Os editores se reservam ao direito de excluir informações não pertinentes.

1.3 O texto do artigo deve ser em português, sendo aceitos também artigos em espanhol, inglês e francês que serão publicados na versão original e na versão traduzida para o português. Neste caso, a correção gramatical dos artigos em língua estrangeira é de responsabilidade dos autores, podendo a equipe do museu sugerir modificações e revisões. Em caso de citações em línguas estrangeiras, o autor deverá colocar a tradução para o português em nota de final de texto. A coerência da tradução é de responsabilidade do autor, porém a equipe editorial poderá fazer sugestões ou solicitar alterações na tradução, caso seja verificada alguma incoerência.

1.4. O texto do artigo deve ser digitado em Word, ter no mínimo 10 (dez) e no máximo 25 (vinte e cinco) laudas, com entrelinhas dupla, espaçamento 0 pt, fonte Times New Roman, tamanho 12 e configuração da página padrão.

1.5 As notas deverão estar ao final do texto, constando todas as informações editoriais, uma vez que, no formato da publicação, não cabem "Bibliografia" ou "Referências bibliográficas". Não serão aceitos trabalhos com as notas padronizadas no formato (autor, data), nem com o primeiro nome do autor abreviado. Também não serão aceitos trabalhos com notas inseridas de forma manual. Seguir Normas ABNT (NBR 6023).

Ex. livro: FREYRE, Gilberto. Sobrados e mucambos: decadência do patriarcado rural no Brasil. São Paulo: Ed. Nacional, 1936. p. 392.

Ex. artigo de periódico: BITTENCOURT, José Neves. Memória para o futuro. O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e seu Museu, 1839-1889. Anais do Museu Histórico Nacional. Rio de Janeiro, v.37, p. 195-219, 2005.

1.6 O número das notas deve estar posicionado no texto após a pontuação. Exemplos: "para divulgação das atividades dos conservadores.",1 ou "para divulgação das atividades dos conservadores".2 ou ainda "para divulgação das atividades dos conservadores.3"

1.7 As citações contando até três linhas devem estar no corpo do texto, separadas por aspas (" "). Não devem vir em itálico.

1.8 Os títulos de obras, eventos, exposições etc., citados no corpo do texto, devem estar em itálico, sem aspas.

1.9 As citações extensas devem estar recuadas à esquerda em 4 cm, justificadas à direita, sem aspas, sem itálico, com letra em corpo 11, espaço simples e entrelinhas 6pt, antes e depois.

1.10 A língua portuguesa de documentos de época deve ser sempre atualizada para as atuais normas gramaticais nas citações diretas.

1.11 As palavras estrangeiras devem estar em itálico, sem aspas.

1.12 Nas citações as interferências do autor devem estar entre colchetes, bem como a supressão do texto com três pontos. Exemplo: "As cartas [de Manuel de Araújo Porto-Alegre] descrevem crenças religiosas [...] e dá detalhes de experiências e evocações espíritas".

1.13 As subdivisões do texto não devem estar numeradas, e os subtítulos devem estar com letra Times New Roman corpo 12 em negrito.

1.14 O texto deverá ter um resumo com, no máximo, 150 palavras na língua original do texto, e um abstract, assim como cinco palavras-chave e key-words. A correção gramatical do abstract é de responsabilidade do autor. Porém, a equipe editorial se reserva o direito de fazer alterações ou sugeri-las ao autor, em caso de alguma incoerência ou erro gramatical.

1.15 Caso haja imagens, estas deverão conter resolução de, pelo menos, 300 DPIs, e ser enviadas em arquivos JPEG, separadas do arquivo de texto, e deverão estar acompanhadas dos créditos, legendas e autorização de uso, caso necessário. Os autores deverão indicar as páginas onde as imagens deverão constar. Caso contrário, a decisão ficará por conta dos editores. Recomenda-se que as imagens NÃO deverão ter caráter meramente ilustrativo, ou seja, seu uso é aconselhado somente quando forem imprescindíveis ao entendimento do trabalho. Caso contrário, os editores poderão optar pela não publicação das imagens.

1.16. Os trabalhos a serem submetidos para publicação deverão ser enviados para o e-mail anaismhn@gmail.com

1.17. Qualquer dúvida, os interessados poderão entrar em contato por e-mail, utilizando o endereço eletrônico supracitado ou o telefone 55 21 2550-9238, falar com Aline Montenegro Magalhães ou Rafael Zamorano Bezerra.

ANAIS DO MHN - Avaliação QUALIS

"Qualis é o conjunto de procedimentos utilizados pela Capes para estratificação da qualidade da produção intelectual dos programas de pós-graduação. Tal processo foi concebido para atender as necessidades específicas do sistema de avaliação e é baseado nas informações fornecidas por meio do aplicativo Coleta de Dados. Como resultado, disponibiliza uma lista com a classificação dos veículos utilizados pelos programas de pós-graduação para a divulgação da sua produção.

A estratificação da qualidade dessa produção é realizada de forma indireta. Dessa forma, o Qualis afere a qualidade dos artigos e de outros tipos de produção, a partir da análise da qualidade dos veículos de divulgação, ou seja, periódicos científicos.

A classificação de periódicos é realizada pelas áreas de avaliação e passa por processo anual de atualização. Esses veículos são enquadrados em estratos indicativos da qualidade - A1, o mais elevado; A2; B1; B2; B3; B4; B5; C - com peso zero.

Note-se que o mesmo periódico, ao ser classificado em duas ou mais áreas distintas, pode receber diferentes avaliações. Isto não constitui inconsistência, mas expressa o valor atribuído, em cada área, à pertinência do conteúdo veiculado. Por isso, não se pretende com esta classificação que é específica para o processo de avaliação de cada área, definir qualidade de periódicos de forma absoluta.

O aplicativo que permite a classificação e consulta ao Qualis das áreas, bem como a divulgação dos critérios utilizados para a classificação de periódicos é o WebQualis.

Estão em fase de processamento as informações declaradas pelos programas de pós-graduação em seu relatório de atividades desenvolvidas no ano base 2010. Quando este processamento for concluído poderemos contemplar a inclusão dos títulos que tenham sido declarados pela primeira vez nesse ano, bem como a revisão da classificação dos periódicos atualmente encontrados no sistema. De outro lado as Coordenações de Área estão estabelecendo os procedimentos e comissões para atualizar os respectivos Qualis-Periódicos no WebQualis."

Fonte: http://www.capes.gov.br/avaliacao/qualis

Os Anais do Museu Histórico Nacional foram avaliados em sete áreas distintas, recebendo diferentes estratos. Porém, nas áreas de atuação do periódico fomos avaliados com B1 em Urbanismo e Arquitetura, B1 em História e B2 em Interdisciplinar. Tais avaliações vem confirmar a qualidade científica dos AMHN, sendo uma vitória para área museológica como um todo.